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Ex-Cruzeiro Wagner Detona Gabigol: ‘Muito Nojento’ e ‘Sairia na Mão’

Ex cruzeiro wagner detona gabigol: ‘muito nojento’ e ‘sairia na mão’

O ex-meia Wagner, ídolo e tricampeão Mineiro pelo Cruzeiro, não mediu palavras para expressar seu profundo descontentamento com o atacante Gabriel Barbosa, o Gabigol. Em declarações que repercutiram no cenário esportivo, Wagner chamou Gabigol de “nojento” e chegou a afirmar que, se estivesse frente a frente com ele, “sairia na mão”.

As fortes críticas surgiram durante sua participação no podcast 7 TV, onde Wagner também atua como comentarista. Questionado pela apresentadora Jeovana Oliveira sobre uma possível reação caso Gabigol entrasse no estúdio, o ex-jogador foi enfático: “Nós dois sairíamos na mão. Ele é o tipo do cara que eu não gosto. Tem o pessoal e o jogador. Eu não gosto nem do pessoal e nem do jogador. Ele é muito nojento.”

A “confirmação” do desgosto

Wagner revelou que seu sentimento negativo em relação a Gabigol é antigo, mas que tentou superá-lo quando o atacante chegou ao Cruzeiro. “Eu sinto desde o começo, quando veio. Tentei ser um torcedor positivo e, tipo, ‘vou engolir isso aqui e pensar no bem maior do Cruzeiro’”, disse. No entanto, a eliminação da Raposa na Copa do Brasil, após um pênalti perdido por Gabigol contra o Corinthians, reacendeu e confirmou o desgosto do ex-camisa 10 celeste. “Chegou contra o Corinthians e se confirmou aquilo que eu já sabia e que eu não gostaria de externar, que é o Gabriel Barbosa”, pontuou.

Rusgas Antigas: Encontro em Campo

A animosidade de Wagner com Gabigol não é recente. O ex-meia relembrou um episódio de quando ainda era jogador, defendendo o Fluminense contra o Santos, onde Gabigol, então um jovem promissor, atuava. “Ele já teve vezes que estava jogando no Rio de Janeiro, Fluminense e Santos. Ele ainda molecote de tudo. Chegou para fazer gracinha comigo e com o Conca. Nós demos tanta porrada nele [durante o jogo]”, contou, indicando que a rivalidade em campo já existia.

A Passagem de Gabigol pelo Cruzeiro

Gabriel Barbosa chegou ao Cruzeiro no início de 2025 como uma das grandes contratações, mas sua passagem pela Toca da Raposa não correspondeu às expectativas. Com 49 jogos e 13 gols marcados, Gabigol frequentemente figurou no banco de reservas sob o comando de Leonardo Jardim. O ponto de virada negativo foi o pênalti perdido contra o Corinthians na semifinal da Copa do Brasil, que custou ao Cruzeiro a chance de disputar a final. A defesa de Hugo Souza na cobrança decisiva de Gabigol foi crucial para a eliminação, pavimentando o caminho para o Timão ser campeão.

O Legado de Wagner na Toca da Raposa

Em contraste com a passagem de Gabigol, Wagner é lembrado com carinho pela torcida do Cruzeiro. O ex-meia foi peça fundamental nas conquistas do tricampeonato Mineiro (2006, 2008 e 2009) e foi o maestro da equipe que chegou à final da Libertadores de 2009, sendo superada pelo Estudiantes. Seu histórico vitorioso e sua identificação com o clube dão peso às suas declarações.

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