Após a maratona dos pontos corridos, a Copa do Brasil ressurge com a intensidade do mata-mata, trazendo de volta a emoção que o futebol brasileiro tanto aprecia. O colunista Vitão Raiz, conhecido por seus palpites diretos, analisou os quatro confrontos das quartas de final, que incluem três clássicos estaduais, e apontou um único time com favoritismo incontestável: o Palmeiras. A seguir, os prognósticos para os embates que definirão os semifinalistas.
Atlético-MG x Cruzeiro: Equilíbrio Total no Clássico Mineiro
O empate em 1 a 1 no Mineirão pela partida de ida dissipou qualquer favoritismo prévio do Cruzeiro. Segundo Vitão, o Atlético-MG, embalado por uma ótima fase pós-Copa, chega para o duelo de volta em pé de igualdade. A expectativa é de outro embate equilibrado, com qualquer resultado que fuja disso sendo uma surpresa.
Vitória x Vasco: Vantagem Cruzmaltina Frágil e Risco de Pênaltis
Apesar de ter vencido a ida por 1 a 0 em casa, o Vasco da Gama não pode se sentir seguro contra o Vitória. O colunista ressalta a capacidade do time baiano de reverter resultados no Barradão, lembrando viradas contra Flamengo e Athletico-PR sem a necessidade de penalidades. A partida tem grande potencial para ser decidida nas cobranças de pênalti, e o Vasco, mesmo sendo o atual vice-campeão, não é visto como favorito.
Santos x Palmeiras: Favoritismo Incontestável do Líder do Brasileiro
O Palmeiras emerge como o único favorito absoluto nas quartas de final. Após a goleada por 3 a 0 na ida, mesmo com Neymar falando em “remontada”, Vitão é categórico: o Santos de Cuca, ao poupar seu camisa 10 na primeira partida, demonstrou não acreditar na classificação. O favoritismo do líder do Campeonato Brasileiro é inquestionável, e a única certeza maior que a classificação alviverde é o “chilique” de Abel Ferreira.
Grêmio x Internacional: Gre-Nal com Cheiro de Empate e Pênaltis
O clássico gaúcho é outro duelo de extremo equilíbrio. Embora o Grêmio possa ter uma “ligeira vantagem” por decidir em casa e ter um respiro no Brasileirão, Vitão avalia que essa vantagem é mínima. A grande probabilidade é de um novo 0 a 0 “horroroso”, levando a decisão para os pênaltis. O colunista ainda pondera que um resultado negativo pode custar o emprego do técnico derrotado.
Viva o mata-mata! Essa é a frase que encerra a análise de Vitão Raiz, que celebra a emoção e a imprevisibilidade desses confrontos eliminatórios, 818 vezes mais cativantes que a monotonia dos pontos corridos. “Eu sou o Vitor Guedes e tenho um nome a zelar. E zelar, claro, vem de ZL! É tudo nosso! É nóis aqui no iG com a coluna Vitão Raiz!”




