Paulo Henrique Ganso, o camisa 10 do Fluminense, viveu uma noite mágica na Libertadores. O meia brilhou na vitória por 2 a 0 sobre o Platense, da Argentina, na última terça-feira (8), no Maracanã, pelo jogo de ida das quartas de final. Sua atuação foi o ápice de uma notável volta por cima: de fora dos planos a protagonista, Ganso vem recuperando sua melhor forma desde a mudança no comando técnico da equipe.
A performance do maestro tricolor foi elogiada pelo técnico Marcão. “Foi muito importante e decisivo. Ele faz muito bem isso, tira o jogador de centro, cria espaço e aproveita”, afirmou. Marcão destacou: “Precisava de um jogador como o Paulo para o nosso estilo, mais posse e apoiado. Ele me trouxe o controle.”
A Virada e o Legado
Há dois meses, Ganso estava fora dos planos do técnico Luis Zubeldía. A demissão do treinador e a ascensão de Marcão mudaram o cenário. Desde então, o camisa 10 recuperou posição e protagonismo. Na vitória contra o Platense, coroou a boa fase com uma assistência magistral para Hulk, seu primeiro passe para gol na temporada.
Contratado em 2019, Ganso é o jogador mais longevo do elenco e pilar na reconstrução do clube. Conquistou o bicampeonato carioca (2022, 2023), a Libertadores (2023) e a Recopa (2024). Superou um diagnóstico de miocardite no ano passado. Soma 326 jogos, 30 gols e 36 assistências com a camisa tricolor.




