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Do Pelé de 62 ao Cássio de 2012: Descubra o Ranking Polêmico dos 10 Maiores Times Brasileiros Campeões Mundiais da História

Do pelé de 62 ao cássio de 2012: descubra o ranking polêmico dos 10 maiores times brasileiros campeões mundiais da história

Desde 1960, seis clubes brasileiros ergueram o troféu de campeão mundial em dez ocasiões distintas. Montar um ranking dos melhores entre esses gigantes é uma tarefa que, por natureza, gera controvérsia, dada a distância de 50 anos entre a primeira e a última conquista e a paixão inabalável do torcedor. É um exercício que, como o próprio autor admite, pode render xingamentos, mas que busca analisar o que de fato se jogou nas decisões, a qualidade geral do time, a força do rival e o desempenho no palco global.

O critério é claro: o que o time jogou na decisão, o nível geral da equipe na época e a qualidade do adversário são os pilares desta avaliação. De Pelé a Renato Gaúcho, de Zico a Raí, de Dida a Cássio, cada conquista tem sua particularidade, seu brilho e sua dose de heroísmo. Prepare-se para reviver momentos épicos e, talvez, discordar de algumas posições, mas sempre reconhecendo a glória de ser campeão mundial.

Os Tricampeões e Suas Surpresas no Ranking

10º São Paulo-2005 (1×0 Liverpool): Apesar de ser tricampeão mundial, o São Paulo de Paulo Autuori em 2005 é considerado o menos brilhante entre os vencedores brasileiros. A concorrência era altíssima, e o mérito é gigante por ter derrotado um Liverpool em excelente fase, que não sofria gols há 10 jogos. Rogério Ceni teve uma atuação de gala para segurar o ímpeto inglês, garantindo o título com um gol de Mineiro.

9º Internacional-2006 (1×0 Barcelona): O “milagre” colorado contra o badalado Barcelona de Ronaldinho Gaúcho foi uma das maiores surpresas. O Barça era amplamente favorito, mas a marcação de Ceará e a solidez defensiva de Clemer e do sistema de Abel Braga foram fundamentais. O gol de Gabiru selou uma vitória que parecia ter ainda menos chances do que a do São Paulo em 2005, contra um adversário de altíssimo nível.

7º São Paulo-1993 (3×2 Milan): Um ano após a primeira glória, o São Paulo de Telê Santana novamente enfrentou o Milan, desta vez sem Raí, que já estava no PSG. Foi uma atuação eficiente, com duas chances criadas e três gols, incluindo o “involuntário” de Muller, de calcanhar, após uma falha do goleiro Rossi. Zetti foi crucial para suportar a pressão rossonera e garantir o bicampeonato, recolocando o futebol brasileiro no topo.

Guerreiros e Gigantes dos Anos 80 e 2000

8º Grêmio-1983 (2×1 Hamburgo, na prorrogação): Com a chegada de Paulo César Caju e Mário Sérgio, o Grêmio de Valdir Espinosa fez história no Japão. Renato Gaúcho teve uma das melhores atuações individuais em uma final, não apenas pelos gols, mas pela entrega e raça. Ele marcou dois belos gols, aproveitando bolas longas de Caju, e foi o grande nome na vitória sobre o Hamburgo.

6º Corinthians-2012 (1×0 Chelsea): O Timão de Tite era considerado favorito contra o Chelsea de Rafa Benítez, que, apesar de campeão europeu, estava desorganizado. O gol de Guerrero e uma atuação notável de Cássio garantiram o bicampeonato mundial alvinegro, o último título sul-americano em um cenário cada vez mais dominado pelos clubes europeus após a Lei Bosman.

5º Corinthians-2000 (0x0 Vasco, 4×3 nos pênaltis): O primeiro Mundial organizado pela Fifa viu o Corinthians sagrar-se campeão em casa, no Maracanã, contra o Vasco. Em um jogo tenso e amarrado, Dida e as cobranças desperdiçadas pelo Vasco foram decisivas nos pênaltis, garantindo o título inédito para o Timão, que era bicampeão brasileiro.

A Reinvenção do Futebol Brasileiro nos Anos 90

4º São Paulo-1992 (2×1 Barcelona): Vencer o “Dream Team” de Cruyff era uma tarefa para craques como Telê Santana. De virada, com dois gols de Raí e atuações memoráveis de Cafu e Muller, o Tricolor foi superior e protagonizou uma das melhores partidas da história. O São Paulo foi exemplar ao elevar o patamar da Libertadores e conquistar o

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