O recente show do Super Bowl desencadeou fortes acusações de obscenidade e depravação por parte de congressistas republicanos. Em resposta, esses legisladores exigem a prisão de Bad Bunny, da NFL e da NBC, além da aplicação de pesadas multas pela FCC. A fundamentação dessas demandas baseia-se em traduções e argumentos específicos sobre as letras e performances apresentadas no evento.
As Acusações de Obscenidade e Depravação no Show
Congressistas republicanos solicitaram formalmente à Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos Estados Unidos a aplicação de multas e a prisão de Bad Bunny, bem como de executivos da NFL e da NBC. O pedido surge em resposta ao show do intervalo do Super Bowl, que, segundo os legisladores, incluiu palavrões e "depravações indizíveis".
O congressista Randy Fine considerou o espetáculo "ilegal", alegando a presença de palavras que, traduzidas para o inglês, justificariam a suspensão da transmissão, além de outras "obscenidades pornográficas". Ele solicitou ao presidente da FCC, Brendan Carr, "medidas drásticas", incluindo a revisão de licenças de transmissão e a prisão dos envolvidos.
Alegações Específicas e Reações Legislativas
Fine apresentou traduções de letras de Bad Bunny contendo palavras explícitas, embora reconhecendo que tais termos são geralmente evitados em transmissões ao vivo para cumprir as regras. A iniciativa recebeu apoio do congressista Andy Ogles, que pediu uma investigação formal contra a NFL e a NBC por "facilitar essa transmissão indecente", argumentando que a música "glorifica a sodomia e outras depravações inomináveis". Ogles mencionou que "crianças foram forçadas a suportar demonstrações explícitas de atos sexuais gays, mulheres rebolando explicitamente e Bad Bunny agarrando descaradamente sua virilha".
Adicionalmente, o deputado Mark Alford indicou que o Congresso já está investigando a performance de Bad Bunny. Ele comparou o incidente à polêmica envolvendo Janet Jackson no Super Bowl de 2004, sugerindo que a situação atual "pode ser pior", e expressou a intenção de dialogar com a FCC sobre o conteúdo transmitido, especialmente as letras traduzidas. Essas manifestações refletem uma crescente insatisfação republicana com o show do intervalo.
Pedidos de Prisão e Multas à FCC por Congressistas
Congressistas do Partido Republicano solicitaram formalmente à Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos Estados Unidos a aplicação de multas e a possibilidade de prisão contra o artista Bad Bunny, além de executivos da NFL e da rede NBC. O pedido, apresentado nesta terça-feira, fundamenta-se na alegação de que o show do intervalo do Super Bowl continha palavrões e "depravações indizíveis". O congressista Randy Fine exigiu sanções, classificando o espetáculo como "ilegal" devido à inclusão de palavras que, traduzidas para o inglês, justificariam a suspensão da transmissão em TV aberta, somadas a "obscenidades pornográficas desagradáveis".
A iniciativa recebeu o apoio de outros congressistas, como Andy Ogles, que enviou uma carta ao Comitê de Energia e Comércio do Congresso, solicitando uma investigação formal contra a NFL e a NBC por "facilitar essa transmissão indecente". Ogles argumenta que a apresentação "glorificou a sodomia e outras depravações inomináveis", incluindo "demonstrações explícitas de atos sexuais gays" e dança explícita. O deputado Mark Alford, do Missouri, corroborou, afirmando que os republicanos "já estão investigando" a apresentação de Bad Bunny e que a situação pode ser "pior" do que o incidente de 2004 envolvendo Janet Jackson no Super Bowl, baseando-se nas traduções das letras das músicas.
Os Argumentos e Traduções Apresentados pelos Republicanos
Congressistas do Partido Republicano solicitaram formalmente à Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos Estados Unidos a aplicação de multas e a prisão de Bad Bunny, bem como de executivos da National Football League (NFL) e da rede de televisão NBC. A solicitação baseia-se na alegação de que o show do intervalo do Super Bowl incluiu "palavrões" e "depravações inomináveis".
O congressista Randy Fine argumentou que o espetáculo foi "ilegal", citando palavras que, ao serem traduzidas para o inglês, justificariam a suspensão da transmissão, além de "outras obscenidades pornográficas desagradáveis". Fine enviou uma carta ao presidente da FCC, Brendan Carr, demandando "medidas drásticas", incluindo multas, revisão das licenças de transmissão e prisões. Ele apresentou traduções de letras de Bad Bunny com termos como "dick", "ass" e "fuck", considerados inadequados para a televisão aberta.
A iniciativa foi endossada pelo congressista Andy Ogles, que enviou uma carta ao Comitê de Energia e Comércio do Congresso, solicitando uma investigação formal contra a NFL e a NBC por "facilitar essa transmissão indecente". Ogles alegou que a música "glorifica a sodomia e outras depravações inomináveis", descrevendo o show como contendo "demonstrações explícitas de atos sexuais gays, mulheres rebolando explicitamente e Bad Bunny agarrando descaradamente sua virilha".
Em complemento, o deputado Mark Alford informou que os republicanos "já estão investigando" a apresentação de Bad Bunny no Congresso, com foco nas traduções das letras. Alford comparou o incidente à controvérsia envolvendo Janet Jackson no Super Bowl de 2004, sugerindo que a situação atual "pode ser pior". Ele expressou a intenção de discutir o assunto com a FCC, dada a natureza das letras traduzidas.
Comparações com Incidentes Anteriores e Repercussão Política
Congressistas do Partido Republicano solicitaram formalmente à Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos Estados Unidos a aplicação de multas e a prisão de Bad Bunny, bem como de executivos da NFL e da rede NBC. A demanda surge em resposta ao show do intervalo do Super Bowl, que, segundo os legisladores, conteve "palavrões" e "depravações indizíveis" em sua transmissão.
O congressista Randy Fine, da Flórida, classificou o espetáculo como "ilegal", alegando que letras traduzidas para o inglês continham termos explícitos, os quais justificariam a suspensão da transmissão, além de outras "obscenidades pornográficas". Ele comunicou a intenção de enviar uma carta ao presidente da FCC, Brendan Carr, exigindo "medidas drásticas", incluindo sanções financeiras e a revisão de licenças de transmissão, culminando no pedido de prisão dos envolvidos.
Outros legisladores republicanos corroboraram as críticas. Andy Ogles, do Tennessee, solicitou uma investigação formal contra a NFL e a NBC por "facilitar essa transmissão indecente", argumentando que a música "glorifica a sodomia e outras depravações inomináveis" e que o show exibiu "demonstrações explícitas de atos sexuais gays" e gestos de Bad Bunny considerados obscenos.
Comparações com Incidentes Anteriores e Repercussão Política
A polêmica gerou comparações com episódios passados de controvérsia em transmissões televisivas. O deputado Mark Alford, do Missouri, indicou que os republicanos já estão investigando a performance de Bad Bunny no Congresso e sugeriu que o incidente atual "pode ser pior" do que a exposição do mamilo da cantora Janet Jackson no Super Bowl de 2004.
Alford expressou preocupação com as letras traduzidas e anunciou que haverá discussões com a FCC sobre o assunto. Este episódio reflete uma crescente indignação e a polarização política em torno do conteúdo cultural e das transmissões televisivas nos Estados Unidos, especialmente em eventos de grande audiência como o Super Bowl.
Fonte: https://jovempan.com.br





