A seleção italiana de futebol mergulhou em uma profunda crise após ser eliminada da Copa do Mundo pela terceira vez consecutiva. A derrota na repescagem europeia desencadeou uma série de renúncias que deixam a tetracampeã mundial em um cenário de incerteza e sem liderança definida. Gennaro Gattuso, técnico da seleção, foi o mais recente a deixar o cargo, somando-se às saídas do presidente da federação, Gabriele Gravina, e do chefe de delegação, Gianluigi Buffon.
A debandada expõe o impacto devastador da ausência em mais um Mundial e força a Federação Italiana de Futebol (FIGC) a uma reorganização urgente, com a seleção sem treinador, sem presidente e sem chefe de delegação às vésperas de novos compromissos oficiais.
Vácuo de Liderança na Azzurra
Gattuso, que estava no comando há apenas nove meses e tinha contrato até junho, pediu para sair após o fracasso na classificação. A FIGC confirmou a rescisão em comum acordo, liberando o técnico que viu sua permanência se tornar insustentável nos bastidores, especialmente após a renúncia do presidente da federação, Gabriele Gravina.
Gravina, que estava no cargo desde 2018, deixou a presidência sob intensa pressão e críticas públicas, inclusive do ministro do Esporte da Itália, que classificou o resultado como uma





