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Cruzeiro É Bicampeão da Copinha 2026: Análise da Grande Final

Cruzeiro é bicampeão da copinha 2026: análise da grande final

O Cruzeiro gravou seu nome na história do futebol de base ao conquistar o bicampeonato da Copinha 2026, em uma final eletrizante contra o São Paulo. Este artigo mergulha na análise detalhada da partida, desde um primeiro tempo recheado de gols e um intenso duelo tático, até o segundo tempo decisivo, que viu um golaço garantir o título à Raposa, resistindo bravamente à pressão tricolor.

A Conquista Histórica: Cruzeiro Bicampeão da Copinha

O Cruzeiro conquistou o bicampeonato da Copa São Paulo de Futebol Júnior 2026 com 100% de aproveitamento, superando o São Paulo, então atual campeão, por 2 a 1 na grande final. A decisão, realizada neste domingo, 25 de fevereiro, na Arena Mercado Livre Pacaembu, viu Gustavinho, com um golaço no segundo tempo, e William Almeida balançarem as redes pela equipe mineira, enquanto Isac marcou o gol tricolor.

Este título representa a segunda conquista do Cruzeiro na Copinha, consolidando sua trajetória no principal torneio de base do País. A primeira taça foi levantada em 2007, em uma final que também teve o São Paulo como adversário, reforçando a rivalidade histórica e o peso deste novo triunfo.

As equipes chegaram à final com campanhas robustas, o que se refletiu em um início de jogo equilibrado. O Cruzeiro, mesmo sem seu principal jogador, o meio-campista Eduardo Pape, conseguiu articular jogadas perigosas e abriu o placar aos 12 minutos do primeiro tempo com William Almeida. O São Paulo, empurrado pela torcida, tentou reagir, mas encontrou dificuldades para superar a defesa celeste, que se postou com dois volantes fixos, apostando em jogadas individuais e aéreas sem grande sucesso.

No entanto, a falta de pontaria do Cruzeiro custou caro, e o São Paulo conseguiu o empate aos 47 minutos do primeiro tempo, com o zagueiro Isac aproveitando uma sobra na área. O segundo tempo iniciou com menor intensidade, e ambas as equipes demonstravam desgaste. O São Paulo buscou espaços com lançamentos longos, enquanto o Cruzeiro continuou a apostar nos contra-ataques, mas enfrentou erros técnicos que dificultaram a fluidez do jogo.

Apesar do desgaste e da diminuição do ritmo, o Cruzeiro encontrou o caminho para a vitória. Gustavinho, com um golaço no segundo tempo, assegurou o 2 a 1, selando a campanha invicta e garantindo o histórico bicampeonato para a Raposa. A vitória não apenas celebra o talento da base cruzeirense, mas também reafirma a força do clube no cenário nacional de formação de atletas.

Primeiro Tempo Eletrizante: Gols e Duelo Tático

O primeiro tempo da grande final da Copinha 2026 foi marcado por um intenso duelo tático, com ambas as equipes demonstrando cautela inicial. Apesar da ausência de seu principal jogador, Eduardo Pape, o Cruzeiro adotou uma estratégia de contra-ataques eficientes e solidez defensiva, com dois volantes fixos. Essa abordagem se mostrou eficaz aos 12 minutos, quando o lateral-esquerdo William Almeida aproveitou uma jogada de bola parada e, de cabeça, abriu o placar para a Raposa, colocando a equipe em vantagem.

Em desvantagem, o São Paulo buscou a reação, impulsionado pela torcida. O time tricolor tentou criar jogadas, especialmente através de lances individuais, mas encontrou dificuldades para superar a bem postada defesa cruzeirense. Sem conseguir penetrar a área adversária, o São Paulo passou a apostar em bolas aéreas, com pouco êxito na conexão com seu centroavante Paulinho. Por sua vez, o Cruzeiro, confortável no placar, desacelerou o ritmo e continuou a explorar os contra-ataques, gerando novas oportunidades que, por imprecisão ou defesas do goleiro João Pedro, não foram convertidas.

No entanto, a falta de pontaria do Cruzeiro custou caro nos momentos finais da primeira etapa. Após uma impressionante defesa do goleiro Vitor Lamounier, o São Paulo aproveitou a sobra na pequena área. Aos 47 minutos, o zagueiro Isac conseguiu finalizar e igualar o marcador, levando as equipes para o intervalo com o placar de 1 a 1, após um primeiro tempo eletrizante e repleto de emoções.

Segundo Tempo: Golaço Decisivo e Pressão Tricolor

O segundo tempo da grande final iniciou com as equipes em rotação inferior, após uma etapa inicial movimentada. No entanto, o São Paulo demonstrou uma postura mais incisiva, conseguindo rondar a área do Cruzeiro e encontrar espaços com lançamentos longos. A equipe tricolor criou oportunidades, especialmente em lances de bola aérea, exercendo uma pressão considerável em busca da virada no placar.

Por sua vez, o Cruzeiro manteve a aposta nos contra-ataques, embora tenha enfrentado momentos de erros técnicos que dificultaram a fluidez das jogadas. Foi neste cenário de desgaste e busca pela vantagem que Gustavinho se destacou, marcando um golaço decisivo no segundo tempo. Este tento garantiu o placar de 2 a 1 para a equipe mineira, consolidando o resultado que assegurou o bicampeonato da Copinha para o Cruzeiro.

Cruzeiro x São Paulo: Os Destaques da Grande Final

O Cruzeiro sagrou-se bicampeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior 2026, encerrando sua campanha invicta com 100% de aproveitamento. Na grande final, realizada na Arena Mercado Livre Pacaembu, o time mineiro superou o atual detentor do título, São Paulo, por 2 a 1, em uma reedição vitoriosa da final de 2007, que também culminou em triunfo celeste.

A partida decisiva foi marcada por equilíbrio e intensidade desde o início. Apesar da ausência de Eduardo Pape, principal articulador, suspenso, o Cruzeiro foi eficiente e abriu o placar aos 12 minutos do primeiro tempo com William Almeida. O lateral-esquerdo aproveitou uma bola na segunda trave para cabecear e colocar a equipe celeste em vantagem.

Em busca do empate, o São Paulo, impulsionado por sua torcida, tentou reagir, mas encontrou dificuldades para superar a sólida defesa cruzeirense, reforçada por dois volantes fixos. As tentativas individuais de Tetê não geraram perigo real, e o centroavante Paulinho teve pouca participação. No entanto, o gol de empate tricolor veio nos acréscimos do primeiro tempo, aos 47 minutos, quando o zagueiro Isac aproveitou uma sobra na pequena área, punindo a falta de pontaria do Cruzeiro que havia criado outras boas chances.

O segundo tempo iniciou com as equipes demonstrando visível desgaste e um ritmo inferior. O São Paulo passou a rondar mais a área cruzeirense, explorando lançamentos longos e bolas aéreas, gerando algumas oportunidades. Contudo, foi o Cruzeiro que, com um golaço de Gustavinho, garantiu a vitória por 2 a 1, assegurando o bicampeonato. A reta final do jogo foi caracterizada pela intensidade das disputas e pela necessidade de oxigenação das equipes, com os treinadores promovendo substituições.

Fonte: https://jovempan.com.br

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