A Condenação de Viola: Pena e Regime Aberto
O ex-atacante Paulo Sérgio Rosa, conhecido como Viola, tetracampeão mundial com a seleção brasileira e ídolo do Corinthians, foi condenado a três anos e dez meses de prisão em regime aberto por posse ilegal de arma e munições. A sentença, proferida pela Justiça, foi convertida em prestação de serviços comunitários, a serem cumpridos ao longo do mesmo período da pena. Viola tem o direito de recorrer da decisão judicial.
O processo que culminou na condenação foi iniciado em 2012 por sua ex-mulher. Na ocasião, o ex-jogador foi detido em sua residência em Santana de Parnaíba, Grande São Paulo, por desobedecer uma ordem judicial, ser flagrado com armamento de uso restrito e por ameaçar sua então companheira. A denúncia da ex-esposa levou os policiais a vistoriarem o local, onde encontraram uma pistola calibre .380, um silenciador importado e aproximadamente 80 munições de diversos calibres, incluindo de espingarda calibre 12 – arma que já havia motivado uma prisão anterior do atleta em 2006.
Detalhes da Sentença e Multa
Além da pena convertida em serviços comunitários, o juiz Gustavo Nardi determinou que Viola efetue o pagamento de uma multa equivalente a um salário mínimo vigente à época dos fatos. O réu não se manifestou sobre a condenação, e a reportagem não obteve retorno em suas tentativas de contato com o ex-jogador.
Carreira e Legado no Futebol
Viola é reconhecido por sua significativa passagem pelo Corinthians, onde é considerado ídolo, conquistando dois Campeonatos Paulistas e uma Copa do Brasil. Sua carreira também inclui a participação na seleção brasileira que se sagrou campeã mundial em 1994. Além do Corinthians, vestiu as camisas de clubes de destaque no cenário nacional e internacional, como Vasco, Palmeiras, Valencia (Espanha), Flamengo, Santos e Bahia.
A Origem do Processo e a Apreensão das Armas
O ex-atacante Paulo Sérgio Rosa, amplamente conhecido como Viola – ídolo do Corinthians e tetracampeão mundial com a seleção brasileira –, foi condenado a três anos e dez meses de prisão em regime aberto pela posse ilegal de arma e munições.
A pena imposta foi convertida em prestação de serviços comunitários, a serem realizados ao longo do mesmo período da sentença. Viola tem a prerrogativa de recorrer da decisão judicial, mas não se manifestou aos contatos da reportagem para comentar o veredito.
Adicionalmente, o juiz Gustavo Nardi determinou o pagamento de uma multa, cujo valor corresponde a um salário mínimo vigente na época dos fatos que culminaram no processo.
A Origem do Processo e a Apreensão das Armas
O processo que levou à condenação de Viola teve início em 2012, após ser aberto por sua ex-mulher. Naquela ocasião, o ex-atleta foi detido em sua residência, localizada em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo.
A prisão ocorreu por desobediência a uma ordem judicial, flagrante de posse de armamento de uso restrito e acusações de ameaça à sua então companheira.
Após a ex-mulher informar sobre a presença de armas na residência, a polícia realizou uma vistoria no local. Foram encontrados uma pistola calibre 380, um silenciador importado e aproximadamente 80 munições de diversos calibres, incluindo projéteis de espingarda calibre 12.
É relevante notar que uma arma de calibre 12 foi a mesma que motivou uma prisão anterior do ex-jogador, ocorrida no início de 2006.
Sentença Convertida em Serviços Comunitários e Multa
A Trajetória de Viola: Ídolo do Corinthians e Campeão Mundial
Fonte: https://jovempan.com.br





