O Grupo C e a Jornada do Brasil na Copa
A Seleção Brasileira se prepara para sua 23ª participação na Copa do Mundo da FIFA em 2026, buscando o inédito hexacampeonato. O Brasil é o único país a marcar presença em todas as edições do torneio, que será co-sediado por Estados Unidos, México e Canadá a partir de 11 de junho.
Integrando o Grupo C da fase inicial, o Brasil disputará uma vaga para as etapas eliminatórias contra as seleções de Marrocos, Escócia e Haiti. O formato da competição prevê o avanço dos dois primeiros colocados de cada chave, além dos oito melhores terceiros lugares gerais.
A estreia brasileira ocorrerá no dia 13 de junho, um sábado, às 19h00 (horário de Brasília), contra Marrocos. A seleção marroquina, em sua sétima participação e terceira consecutiva na Copa, vem de uma campanha histórica no último Mundial, onde alcançou o quarto lugar.
Na edição anterior, Marrocos liderou seu grupo, superou Espanha e Portugal nas oitavas e quartas de final, respectivamente, sendo eliminada apenas pela França nas semifinais. Com um elenco de 2026 que combina a solidez defensiva anterior com renovações no meio-campo e novos talentos, a equipe promete ser um adversário desafiador.
Marrocos: O Primeiro Desafio do Brasil
A seleção africana, comandada pelo técnico Mohamed Ouahbi, divulgou sua lista de convocados por último no Grupo C, mas apresenta um elenco robusto com jogadores de destaque atuando nos principais clubes europeus. Entre os principais nomes estão o lateral-direito Hakimi e o atacante Brahim Diaz.
Achraf Hakimi: Pilar Defensivo
Considerado um dos melhores laterais-direitos do futebol mundial, Achraf Hakimi Mouh acumula 95 jogos e 11 gols pela seleção marroquina. Sua trajetória profissional inclui a conquista de dois títulos da Liga dos Campeões da UEFA e um Mundial de Clubes com o Real Madrid, onde iniciou sua carreira. Atualmente no Paris Saint-Germain, ele continua a ser uma peça fundamental em seu clube.
Brahim Diaz: Talento Ofensivo
Brahim Abdelkader Diaz destaca-se por ser um dos únicos três jogadores na história a ter vencido a Premier League (Inglaterra), La Liga (Espanha) e Serie A (Itália). Pela seleção de Marrocos, o meia-atacante já disputou 25 partidas e marcou 14 gols. Com passagens por Manchester City e Milan, atualmente Brahim Diaz defende as cores do Real Madrid.
Marrocos: Estrelas Defensivas e Meio-Campo Renovado
A seleção de Marrocos, que fará sua sétima participação em Copas do Mundo e terceira consecutiva, chega à edição de 2026 com o histórico de ter alcançado as semifinais em 2022, terminando em quarto lugar. A equipe, que na última edição foi reconhecida por seu sólido bloco defensivo, apresenta para o próximo torneio uma estratégia renovada, com foco em um meio-campo modificado e a incorporação de novas estrelas. Sob o comando do técnico Mohamed Ouahbi, a lista de convocados marroquina inclui talentos de destaque que atuam nas principais ligas europeias.
Achraf Hakimi: A Estrela da Lateral Direita
Amplamente considerado um dos melhores laterais-direitos do mundo, Achraf Hakimi, jogador do Paris Saint-Germain, é uma peça central na seleção de Marrocos. Com 95 jogos e 11 gols pela equipe nacional, Hakimi possui um currículo vitorioso em clubes, incluindo a conquista de duas Ligas dos Campeões da UEFA e um Mundial de Clubes pelo Real Madrid, onde iniciou sua carreira profissional. Em seu clube atual, o Paris Saint-Germain, tem sido figura constante nas conquistas domésticas.
Brahim Diaz: Talento Versátil no Meio-Campo
O meia-atacante Brahim Diaz, que atua pelo Real Madrid, é uma das principais adições e estrelas do elenco marroquino para 2026. Com uma trajetória notável, Diaz é um dos poucos jogadores na história a conquistar os títulos da Premier League (Inglaterra), La Liga (Espanha) e Serie A (Itália). Pela seleção marroquina, disputou 25 partidas e marcou 14 gols, demonstrando sua habilidade ofensiva e versatilidade em campo, tendo passagens anteriores por Manchester City e Milan.
Haiti: O Renascimento e Seus Gols Históricos
A seleção do Haiti chega à Copa do Mundo de 2026 como um dos destaques de um verdadeiro renascimento no futebol caribenho. Após um período de desafios, a equipe nacional demonstrou uma notável evolução, culminando em uma classificação histórica que reafirma sua presença no cenário global. Este ressurgimento é fruto de um trabalho consistente nas categorias de base e da integração de talentos promissores com jogadores experientes.
À frente deste novo capítulo, destaca-se o atacante Jean-Philippe Étienne, cuja agilidade e capacidade de finalização foram cruciais na campanha eliminatória. Étienne não apenas se tornou o artilheiro da equipe, mas também foi o responsável por alguns dos gols históricos da seleção, incluindo o tento decisivo que selou a vaga haitiana na Copa. Sua performance reflete a determinação e o potencial ofensivo que o Haiti trará para os gramados de 2026.
Escócia: Talentos da Premier League e Experiência Europeia
A seleção da Escócia, um dos adversários do Brasil no Grupo C da Copa do Mundo de 2026, apresenta um elenco robusto e experiente, com uma notável presença de talentos que atuam na Premier League inglesa. Essa vivência em uma das ligas mais competitivas do mundo confere aos jogadores escoceses um alto nível de preparação física e tática, além de resiliência em confrontos de alto nível.
Entre os principais nomes que se destacam está Andy Robertson, o capitão da seleção e lateral-esquerdo do Liverpool. Reconhecido globalmente por sua consistência, capacidade ofensiva e liderança, Robertson possui em seu currículo títulos da Premier League e da Liga dos Campeões da UEFA, trazendo uma vasta experiência europeia e um exemplo de sucesso no futebol de elite. Sua energia e qualidade nos cruzamentos são cruciais para a estratégia escocesa.
Outro jogador fundamental é Scott McTominay, meio-campista do Manchester United. McTominay é valorizado por sua imposição física no meio-campo, capacidade de desarme e gols importantes, muitos deles decisivos. Sua regularidade e desempenho em competições nacionais e continentais com o United o consolidam como uma peça chave para a Escócia, agregando solidez defensiva e poder de fogo no ataque.
Fonte: https://jovempan.com.br




