A expectativa da torcida do São Paulo para o confronto desta quarta-feira (7) contra o Cruzeiro se apoiava em um único pilar: o histórico favorável e a impressionante freguesia celeste no Campeonato Brasileiro. No entanto, a lógica do futebol prevaleceu sobre a tradição. Com fatores como campo, torcida, elenco, time, banco e treinador todos a favor da Raposa, o Tricolor Paulista foi facilmente superado.
O placar de 2 a 0, com gols de Kaio Jorge no primeiro tempo e Zé Lucas no segundo, ficou barato diante da facilidade com que o Cruzeiro dominou a partida. Foi um verdadeiro “baile”, com um caminhão de chances perdidas pela equipe mineira. O São Paulo, que já vinha de uma derrota em casa para o Santos, não apresentou absolutamente nada em campo, reforçando a má fase que atravessa.
A lógica da derrota e a crítica a Dorival Júnior
O desempenho pífio do São Paulo levanta questionamentos sobre o trabalho do técnico Dorival Júnior. A exemplo do demitido Fernando Diniz, Dorival parece engrossar a lista de treinadores que, ironicamente, pioram o time quando têm tempo para treinar. A equipe não mostra evolução e a apatia em campo é uma constante, preocupando a torcida tricolor.
A ‘sorte’ do São Paulo: a concorrência que salva
Apesar do vexame em Belo Horizonte e da sequência de resultados ruins, o São Paulo tem um alívio inesperado: a fragilidade de seus concorrentes diretos na tabela. O Campeonato Brasileiro, nesta 29ª rodada, revela um cenário onde há muitos times em situação ainda pior para as duas vagas restantes no rebaixamento (Remo e Chapecoense já foram). O Tricolor, mesmo sem jogar bem, acumula mais pontos que Botafogo, Vasco, Mirassol, Corinthians, Internacional e Grêmio, o que lhe garante uma sobrevida na competição.
O cenário do Brasileirão e a queda de Diniz no Corinthians
Enquanto o São Paulo luta para não cair, outros gigantes também enfrentam suas crises. A 29ª rodada do interminável Campeonato Brasileiro de pontos corridos também testemunhou a derrota do Internacional para o Corinthians por 2 a 1, um resultado que culminou na demissão, com muito atraso, do técnico Fernando Diniz do comando do time paulista. A torcida são-paulina, em meio à frustração, anseia pela volta do formato mata-mata, que traria mais emoção e menos “pontozzz corridozzz”.





