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Olten Explica Mudanças no Processo de Impeachment de Casares no São Paulo

Olten explica mudanças no processo de impeachment de casares no são paulo

Alteração do Quórum para Afastamento de Casares

Princípio 'In Dubio Pro Reo' e Contradições Estatutárias

Votação Presencial e Adiamento da Reunião do Conselho

Como Funciona o Impeachment de um Presidente no São Paulo

Sindicância do Camarote e Reflexos das Investigações

O presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, Olten Ayres de Abreu Júnior, esclareceu as alterações no processo de impeachment que o presidente Julio Casares enfrenta no clube. As explicações vieram após a mudança no quórum necessário para o afastamento e no adiamento da data da votação.

Olten informou que o novo edital, publicado em 9 de janeiro, estabelece a necessidade de 75% dos votos dos conselheiros para o afastamento, conforme o artigo 58 do Estatuto do São Paulo. Anteriormente, o quórum era de dois terços dos votos, baseado no artigo 112. O presidente do Conselho justificou a decisão, negando favorecimento a Casares e citando o princípio jurídico 'in dubio pro reo' (na dúvida, a favor do réu) para a escolha do artigo 58, diante da existência de duas previsões estatutárias sobre o mesmo tema.

Detalhes sobre a Mudança do Quórum

A alteração do quórum de dois terços (Art. 112) para 75% (Art. 58) foi justificada por Olten Ayres de Abreu Júnior pela presença de dois artigos no Estatuto do São Paulo que versam sobre o mesmo assunto. A escolha pelo artigo 58, que exige um percentual maior, foi pautada no princípio jurídico 'in dubio pro reo', assegurando que a decisão está em conformidade com os interesses do clube e não fere o Estatuto.

Adiamento da Data da Reunião

A data da reunião do Conselho Deliberativo foi postergada de 14 para 16 de janeiro. Essa mudança se deu pela necessidade de que os editais de convocação respeitem o prazo de oito dias de antecedência, conforme exigido. Uma nova convocatória foi emitida, demandando o ajuste no calendário.

Defesa do Voto Presencial e Secreto

Apesar dos pedidos da oposição por um formato de votação híbrido, Olten Ayres de Abreu Júnior manteve a exigência de voto presencial e secreto para o processo de impeachment. Ele argumentou que a questão é de grande delicadeza e importância, impactando a estrutura e a credibilidade do clube. O voto presencial é considerado essencial para facilitar a supervisão e evitar possíveis contestações ou recontagens, embora reconheça que outras questões, como expulsão de conselheiros, já tiveram votação híbrida e secreta em sua gestão, destacando a magnitude do processo de impeachment.

Fonte: https://jovempan.com.br

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