A Copa do Mundo de 2026 já movimenta as torcidas, e enquanto os grandes nomes do futebol mundial se preparam para brilhar, há um grupo de ‘estrelas locais’ que, embora menos conhecidas globalmente, chegam com a promessa de surpreender. Esses jogadores, tratados como joias em seus países e clubes, possuem experiência e talento para desequilibrar. De olho na segunda rodada e nos grupos A e B, o torneio pode ser o palco perfeito para esses talentos emergirem e conquistarem o reconhecimento internacional. Conheça alguns deles:
Lee Kang-in: A próxima joia sul-coreana
Na sombra do astro Heung-Min Son, Lee Kang-in, de 25 anos, é a grande aposta do futebol da Coreia do Sul. Peça fundamental de sua seleção, o meio-campista tem se destacado no cenário europeu. Apesar de não ser titular absoluto, Lee é um jogador importante no Paris Saint-Germain, atual bicampeão francês. Após uma temporada de sucesso no Mallorca, com seis gols e seis assistências, ele chamou a atenção do clube parisiense, onde acumula bons números em três temporadas. No último ano, marcou quatro gols e distribuiu cinco assistências em 34 jogos. Sua importância foi evidenciada na estreia da Copa, ao dar a assistência para o gol de empate da Coreia do Sul contra a República Tcheca.
Patrick Schick: O artilheiro tcheco com faro de gol
Vestindo a camisa 10 da República Tcheca, Patrick Schick, de 30 anos, desembarca nos Estados Unidos como a grande estrela de sua geração. O atacante, que sofreu com a falta de criatividade no jogo de estreia da seleção tcheca, ainda assim é uma ameaça constante. Seus números falam por si: consolidado no ataque do Bayer Leverkusen, da Alemanha, Schick terminou o ano com impressionantes 22 gols e quatro assistências em 42 jogos. Pela seleção, sua média também é notável, com 26 gols em 54 partidas, mostrando que, com as oportunidades certas, ele pode ser decisivo.
Teboho Mokoena: O motor do meio-campo sul-africano
Marcando seu retorno à Copa do Mundo após sediar o torneio em 2010, a seleção sul-africana, que sofreu uma dura derrota na estreia contra o México, deposita suas esperanças em Teboho Mokoena. O meio-campista é reconhecido como um dos melhores jogadores do elenco e atua no Mamelodi Sundowns, um dos gigantes da África do Sul e representante do continente no Mundial de Clubes de 2025. Titular constante tanto no clube quanto na seleção, Mokoena encerrou a última temporada com 37 jogos, seis gols e duas assistências, contribuindo para a conquista de quatro campeonatos nacionais e um título da Liga dos Campeões da África. Sua experiência e liderança serão cruciais para a equipe.
Jovo Lukic: O goleador bósnio que surpreende
Embora com poucas aparições pela seleção da Bósnia e Herzegovina, Jovo Lukic é apontado como a principal esperança para balançar as redes pelo time europeu. Atuando no distante, mas produtivo, futebol romeno pelo Universitatea Cluj, Lukic tem um faro de gol apurado, com 20 tentos em 39 jogos apenas nesta temporada. Sua capacidade de decisão foi comprovada na estreia da Bósnia na Copa, quando, mesmo diante do domínio canadense, aproveitou sua chance e marcou no primeiro tempo, garantindo o empate em 1 a 1. Lukic pode ser a peça surpresa que a Bósnia precisa para avançar.




