Das 16 seleções classificadas para as oitavas de final da Copa do Mundo, a América do Sul se destaca com quatro fortes representantes: Paraguai, Brasil, Argentina e Colômbia. Com sete europeias, duas africanas e três da América do Norte completando o quadro, a fase eliminatória promete emoções e grandes embates para os sul-americanos.
Paraguai e o desafio gigante contra a França
O Paraguai enfrenta, sem dúvida, o adversário mais temível desta fase: a França. A seleção europeia, que eliminou heroicamente a Alemanha na rodada anterior, é a grande favorita ao título. Com craques como Mbappé e Olise, a França tem arrancado aplausos do planeta com um futebol veloz, moderno e letal, prometendo um teste de fogo para os paraguaios.
Argentina busca redenção contra o Egito e mira Colômbia
Para a Argentina, atual campeã mundial, o confronto contra o Egito parece, em teoria, mais acessível. A possível ausência do astro egípcio Mohamed Salah, que jogou lesionado contra a Austrália e é dúvida, pode facilitar o caminho. Contudo, a Albiceleste precisa baixar do salto após uma atuação muito ruim contra a novata Cabo Verde, que surpreendeu ao não perder para campeões mundiais na fase de grupos. Em caso de vitória, um possível clássico sul-americano contra a Colômbia aguarda nas quartas de final.
Colômbia invicta e pronta para a Suíça
A Colômbia chega às oitavas de final invicta e com uma campanha sólida. Na primeira fase, comandada por Luis Díaz, atacante do Bayern de Munique, a Seleção Tricolor superou Uzbequistão e RD Congo, além de empatar com Portugal. Nesta sexta-feira (4), com gol de Jhon Arias, atacante do Palmeiras, os colombianos despacharam Gana e chegam às oitavas tendo sofrido apenas um gol. O próximo desafio será contra a Suíça, que também está invicta, mas a Colômbia tem tudo para seguir viva na competição.
Brasil encara a Noruega de Haaland em busca de quebrar tabu
O Brasil terá um duríssimo adversário neste domingo (5): a Noruega. Liderada pelo implacável Erling Haaland, artilheiro com cinco gols em três partidas, e pelo habilidoso Martin Ødegaard, a seleção nórdica retorna a um Mundial após 28 anos com uma campanha perfeita nas eliminatórias, incluindo uma goleada contra a tetracampeã Itália. No entanto, a defesa norueguesa mostrou fragilidade, sofrendo sete gols na fase de grupos, o que pode ser uma oportunidade para o ataque brasileiro, com Vini Jr., Rayan e Matheus Cunha. Curiosamente, na história, o Brasil nunca venceu a Noruega em quatro confrontos, mas a Seleção Brasileira busca quebrar esse tabu e seguir em frente na Copa.




