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BTG Pactual assume gestão do Nubank Parque em acordo com

O BTG Pactual concluiu os trâmites para assumir a gestão do Nubank Parque, casa do Palmeiras. Após meses de negociações com a WTorre, o banco assinou um pré-contrato que o estabelece como sócio majoritário na operação da arena, conforme informações divulgadas pelo portal “ge”.

Apesar da mudança na gestão, a WTorre manterá uma participação na sociedade e terá voz nas decisões. Contudo, a responsabilidade pela definição dos próximos passos relacionados ao estádio, incluindo o calendário de eventos e negociações de novas atrações, recai agora sobre o BTG. O acordo entre as duas empresas já está sob análise do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Impacto para o Palmeiras: Sem Mudanças Imediatas

Para o Palmeiras, a alteração na gestão não modifica, neste primeiro momento, os acordos atuais. Os termos da escritura de superfície para exploração comercial do Nubank Parque, válida até 2044, continuam em vigor. O contrato também mantém os percentuais das receitas e os gatilhos de reajustes previstos para os próximos anos.

O clube alviverde ainda não estabeleceu contato direto com o BTG. A expectativa é que os profissionais que atuam na operação da arena, tanto pela WTorre quanto pelo clube, permaneçam em seus cargos. Marcelo Frazão, CEO do Nubank Parque, também deve continuar em sua função por enquanto. Os contratos de shows já agendados e os acordos com produtoras permanecem válidos.

Origem do Acordo e Dívidas da WTorre

A relação entre o BTG Pactual e o estádio do Palmeiras teve início em 2024. Naquele ano, o banco adquiriu dívidas da WTorre junto ao Banco do Brasil, entre as quais estava o financiamento utilizado para a construção da arena. Desde então, as duas empresas vinham discutindo a possibilidade de o BTG assumir a gestão do estádio, cenário que agora se concretiza.

O Naming Rights do Nubank Parque

O estádio passou por outra mudança significativa em 2026, com a troca do nome. Após 12 anos, a Allianz deixou de estampar sua marca na arena, que passou a contar com os naming rights do Nubank. O novo acordo é estimado em US$ 10 milhões (cerca de R$ 51,4 milhões) por ano, valor que representa quase o dobro do contrato anterior.

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