O novo ciclo da Seleção Brasileira, projetando a Copa do Mundo de 2026, teve seu pontapé inicial nesta sexta-feira (25) com uma importante definição. Sem Neymar em campo, o técnico Carlo Ancelotti já elegeu seu preferido para assumir a responsabilidade das cobranças de pênalti: o atacante Raphinha, do Barcelona. A escolha sinaliza uma guinada no protagonismo da equipe, com o jogador assumindo um papel central na fase de renovação.
A Ascensão de Raphinha e a Missão dos Pênaltis
Raphinha, mesmo não tendo tido um desempenho de destaque na última Copa do Mundo, chega a esta nova temporada com grande chance de se firmar como protagonista. Pelo Barcelona, na ‘nova era’ do clube, o brasileiro tem apresentado números impressionantes, com 14 gols e três assistências em apenas oito partidas, liderando a artilharia da La Liga. Essa performance robusta o credencia para a nova e desafiadora missão na Seleção.
A responsabilidade sobre os pênaltis é ainda maior devido a episódios recentes que marcaram a Seleção Brasileira. Na Copa do Mundo do Catar, em 2022, o Brasil foi eliminado nas penalidades pela Croácia, com Rodrygo e Marquinhos desperdiçando suas cobranças. Além disso, incidentes como a perda de um pênalti por Bruno Guimarães contra a Noruega e as críticas a Vini Jr. por não ter cobrado a infração em outra ocasião, reforçam a necessidade de um cobrador confiável e com moral elevada.
Estreia de Ancelotti e o Onze Inicial
Para o confronto desta sexta-feira (25) contra a Austrália, Raphinha foi confirmado como titular no primeiro jogo sob o comando de Carlo Ancelotti. O técnico italiano revelou a escalação completa:





