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Leila Pereira Processa Torcedores por Pichações na Sede do Palmeiras

Leila pereira processa torcedores por pichações na sede do palmeiras

Leila Pereira aciona a Justiça por calúnia e difamação

Leila Pereira, presidente do Palmeiras, acionou a Justiça contra torcedores que picharam a sede do clube, alegando calúnia e difamação. O incidente ocorreu na madrugada de quarta-feira, 21 de fevereiro, após a derrota da equipe para o Novorizontino por 4 a 0 no Campeonato Paulista. Entre as pichações, a frase "Leila, seu negócio é roubar" sugeria má gestão.

A Polícia Civil identificou quatro homens que participaram do ato de vandalismo, um deles com histórico de envolvimento em episódios de violência entre torcidas organizadas. Câmeras de segurança registraram os indivíduos durante a ação. As investigações da 6ª Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva (Drade) também apontaram a participação de uma quinta pessoa e identificaram o veículo utilizado na fuga.

O Palmeiras registrou a ocorrência como crime ambiental de pichação contra edificação urbana. O clube estuda processar os responsáveis, que serão excluídos do programa Avanti e terão seus CPFs bloqueados no sistema de venda de ingressos caso sejam identificados como sócios-torcedores. O muro danificado já foi restaurado.

Contexto Esportivo da Manifestação

A goleada por 4 a 0 contra o Novorizontino foi a pior sofrida pelo Palmeiras desde que o técnico Abel Ferreira assumiu o comando da equipe em outubro de 2020. O clube não registrava uma derrota por quatro gols de diferença há quase 11 anos.

O ato de vandalismo: pichações e mensagens contra o clube

Leila Pereira, presidente do Palmeiras, anunciou que processará judicialmente os torcedores responsáveis pelas pichações nos muros da sede do clube, sob as acusações de calúnia e difamação. O incidente ocorreu na madrugada de 21 de fevereiro, após a derrota da equipe para o Novorizontino por 4 a 0 pelo Campeonato Paulista.

O ato de vandalismo incluiu mensagens direcionadas à presidente, como "Leila, seu negócio é roubar", insinuando má gestão, além de críticas ao elenco e à comissão técnica, com frases como "Cadê o planejamento", "time sem vergonha" e "Abel acabou a magia". A Polícia Civil, por meio da 6ª Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva (Drade), identificou quatro indivíduos envolvidos na ação, sendo a participação de uma quinta pessoa constatada posteriormente por análise de imagens de segurança. Câmeras do Allianz Parque registraram os torcedores, que usavam roupas para cobrir o rosto, afastando o gradil de proteção para realizar as pichações.

O Palmeiras registrou a ocorrência como crime ambiental de pichação contra edificação ou monumento urbano. O clube informou que os torcedores identificados serão excluídos do programa Avanti, caso sejam sócios-torcedores, e terão seus CPFs bloqueados no sistema de venda de ingressos para os jogos como mandante. O muro danificado já foi restaurado e as inscrições foram removidas.

Polícia identifica suspeitos e avança na investigação

Leila Pereira, presidente do Palmeiras, anunciou que irá processar torcedores por calúnia e difamação. A medida ocorre após pichações realizadas em um dos muros da sede do clube na madrugada de quarta-feira, 21 de fevereiro, subsequente à derrota por 4 a 0 para o Novorizontino pelo Campeonato Paulista. Entre as mensagens, destacou-se a frase "Leila, seu negócio é roubar", que sugere má gestão por parte da executiva.

A Polícia Civil, por sua vez, já identificou quatro homens suspeitos de participar do ato de vandalismo, demonstrando avanço na investigação. Um dos indivíduos identificados possui histórico de envolvimento em episódios de violência entre torcidas organizadas.

Detalhes da Ação e Investigação Policial

Câmeras de segurança instaladas na Rua Palestra Itália, nas proximidades do Allianz Parque, registraram a presença dos envolvidos. Estes trajavam roupas de frio e cobriam os rostos enquanto afastavam o gradil de proteção para realizar as pichações. Além da acusação direcionada à presidente, as mensagens incluíam críticas ao elenco e à comissão técnica, com frases como "Cadê o planejamento", "time sem vergonha" e "Abel acabou a magia".

O trabalho de inteligência da 6ª Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva (Drade) constatou a participação de uma quinta pessoa através da análise das imagens. A investigação também permitiu identificar o veículo utilizado pelos autores na fuga em direção à Rua Caraíbas, após a aproximação de uma viatura da Polícia Militar.

Consequências e Medidas do Clube

O Palmeiras registrou a ocorrência como crime ambiental de pichação contra edificação ou monumento urbano e avalia outras ações legais contra os responsáveis. Como consequência interna, os pichadores que forem identificados e que sejam membros do programa Avanti terão suas adesões canceladas e seus CPFs bloqueados no sistema de venda de ingressos do clube. O muro danificado já foi restaurado e as inscrições foram removidas.

Consequências para os torcedores envolvidos: Avanti e ingressos

A reação do Palmeiras e o contexto da derrota

Fonte: https://jovempan.com.br

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