A Falsa Declaração de Daniel Vorcaro sobre o Controle do Fundo
Documentos obtidos pela Jovem Pan indicam que o banqueiro Daniel Vorcaro teria fornecido informações imprecisas ao Atlético Mineiro a respeito do controle do Galo Forte Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia. Este fundo foi o veículo utilizado por Vorcaro para realizar um aporte de R$ 300 milhões no clube entre 2023 e 2024 (R$ 100 milhões em 2023 e R$ 200 milhões em 2024), conferindo-lhe uma participação de 26,88% na Galo Holding S.A.
Em 8 de janeiro de 2025, o Atlético Mineiro, em conformidade com a Lei das SAFs que exige a identificação dos beneficiários finais de participações iguais ou superiores a 5% do capital social, questionou os advogados de Vorcaro sobre quem exerceria o controle ou seria o beneficiário final do fundo. A resposta inicial afirmava que Daniel Vorcaro era o único proprietário do Galo Forte, cuja administração estava a cargo da Trustee Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliário, empresa atualmente sob investigação da Polícia Federal.
Verificação e Contestação das Informações
A veracidade dessa declaração foi posteriormente contestada. Em 21 de outubro de 2025, após a eclosão da 'Operação Carbono Oculto' e a circulação de notícias sugerindo que o Galo Forte seria, em última instância, controlado por outros fundos (Hans95 e Olaf95) com suposto envolvimento em crimes de lavagem de dinheiro, o Atlético-MG exigiu esclarecimentos sobre a origem do investimento e os verdadeiros beneficiários no prazo de 48 horas.
Através de consulta ao site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o clube mineiro apurou que a informação de que Vorcaro seria o único beneficiário do Galo Forte 'é mesmo incorreta'. A investigação revelou que o fundo possui dois subscritores: uma pessoa física, detentora de 79,49% das cotas, e um outro fundo de investimento, com 20,51%.
Os R$ 300 Milhões Investidos e a Participação na Galo Holding
A Descoberta dos Reais Beneficiários e as Exigências do Atlético-MG
A Posição Oficial do Clube e a Prisão de Daniel Vorcaro
O Atlético-MG, através de sua Sociedade Anônima do Futebol (SAF), iniciou um questionamento formal ao banqueiro Daniel Vorcaro e seus advogados a respeito da estrutura de propriedade do Galo Forte Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia. Este fundo foi o veículo utilizado por Vorcaro para realizar o aporte de R$ 300 milhões no clube, que lhe concedeu 26,88% da Galo Holding S.A. Inicialmente, em resposta a uma solicitação de 08 de janeiro de 2025 sobre os beneficiários finais, conforme exigência da Lei das SAFs, foi informado ao clube que Vorcaro era o único proprietário do Galo Forte, administrado pela Trustee Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários.
Contudo, em 21 de outubro de 2025, após a deflagração da Operação Carbono Oculto e a circulação de notícias que sugeriam o controle do Galo Forte por fundos (Hans95 e Olaf 95) alegadamente envolvidos em crimes de lavagem de dinheiro, o Atlético-MG cobrou novamente explicações sobre a origem do investimento e a real titularidade do fundo. O clube estabeleceu um prazo de 48 horas para a apresentação de informações detalhadas sobre os cotistas do Galo Forte e de eventuais fundos cotistas adicionais. A ausência de resposta completa implicaria na adoção de todas as medidas extrajudiciais e judiciais cabíveis.
Posteriormente, por meio de consulta à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Atlético-MG verificou que a informação anterior de que Vorcaro seria o único beneficiário era incorreta. A CVM indicava que o fundo possuía dois subscritores: uma pessoa física, detentora de 79,49% das ações, e outro fundo de investimento, com 20,51%.
Informações sobre a Prisão de Daniel Vorcaro
É importante ressaltar que, com base no 'CONTEÚDO ORIGINAL DE REFERÊNCIA' fornecido, não há menção ou detalhe sobre a prisão de Daniel Vorcaro. O texto se limita a descrever as acusações de mentira sobre a titularidade do fundo de investimento e a posição oficial do Atlético-MG em relação a essas descobertas.
Fonte: https://jovempan.com.br




