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MP-SP Rejeita Recursos de Dudu Contra Leila Pereira e Mantém

Mp sp rejeita recursos de dudu contra leila pereira e mantém

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) posicionou-se contra os recursos apresentados pelo jogador Dudu na disputa judicial com a presidente do Palmeiras, Leila Pereira. Em dois pareceres emitidos na última quarta-feira (30), a Promotoria defendeu que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF) não analisem os pedidos feitos pela defesa do atacante.

Os recursos foram protocolados após decisões desfavoráveis ao jogador na Justiça paulista. Dudu busca reverter o entendimento que rejeitou sua queixa-crime contra Leila Pereira por supostas ofensas proferidas durante entrevistas no início de 2024.

O Parecer do MP-SP nas Cortes Superiores

De acordo com o parecer relacionado ao STJ, o promotor Fábio Brambilla apontou que a defesa de Dudu não apresentou novos argumentos capazes de modificar o entendimento já adotado nas instâncias anteriores. O documento sustenta a manutenção das decisões já tomadas pela Justiça estadual.

No processo destinado ao STF, Brambilla destacou que não houve dolo nas declarações atribuídas a Leila Pereira. Conforme o parecer, as falas analisadas não configurariam crimes contra a honra, motivo pelo qual o recurso extraordinário também não deveria prosperar.

Entenda o Início da Disputa

A controvérsia teve início após declarações de Leila Pereira em janeiro de 2024. Na ocasião, a dirigente afirmou que Dudu havia causado um prejuízo milionário ao Palmeiras ao desistir de sua transferência para o Cruzeiro e disse que o jogador deixou o clube pela “porta dos fundos”.

Em resposta, Dudu apresentou uma queixa-crime por injúria e difamação em julho de 2024. A defesa do atleta alegou que as declarações da presidente tinham potencial para atingir gravemente a reputação do jogador.

O Caminho Judicial Até Aqui

A Justiça paulista rejeitou o pedido inicial de Dudu em setembro de 2024, e o recurso apresentado posteriormente também não alterou o resultado desfavorável ao atacante.

O caso, agora, aguarda a análise dos recursos nas cortes superiores, que ocorrerá após a emissão dos pareceres do Ministério Público.

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